Por que uma mulher bem resolvida assusta?

09
ago

Conversando com minhas amigas este assunto surgiu. Por qual motivo uma mulher bem resolvida, empoderada, bem sucedida, convicta de suas opções e estilo de vida assusta?

Algumas teorias apareceram e achei interessante falar por aqui:

*A atual geração de homens não está preparada para esta geração de mulheres. 

COMO ASSIM MARAISA? Calma que eu explico! Ainda mais se estes homens foram criados e acostumados a ter suas mães fazendo tudo para eles. Nós, mulheres da geração de 80 pra frente, fomos criadas para fazermos o que bem entendermos (não que antes não tivéssemos mulheres criadas assim, mas digo a maioria). Nossos pais nos deram escolhas e lá vamos nós para o mundo estudar e trabalhar com o que queremos sem aquela obrigação de casar e ser bela do lar. Fizemos nossas escolhas, cursamos o que desejamos e trabalhamos, a maioria, com o que desejou.

*Tivemos e temos que provar sempre o dobro.

Ah! Todo mundo bem sabe que mulher tem o salário menor do que o homem desempenhando a MESMA função. O que nos resta? Estudar mais e mais, ser a melhor, ler, pesquisar e não parar no tempo nunca. Tanto é que hoje o número de mulheres que terminam o ensino superior é maior do que o de homens. A nossa necessidade de estar mil vezes mais preparada fez com que avançássemos loucamente desde a Segunda Guerra; quando lá foram as mulheres às fábricas trabalhar para suprir o lar. Aí não paramos mais.

*Depois disso, o mundo ficou pequeno para nós.

Okay: Criadas para enfrentar o mundo de frente, estudando mais que os homens, aí uma coisa é certa: NINGUÉM SEGURA! O mundo fica pequeno e o céu é o limite. A gente começa a perceber que não é necessário estar em uma relação que não nos faz feliz porque nos bastamos. Pagamos nossas contas, compramos tudo que queremos e olhamos além.

Se isso não fosse o bastante, quando uma mulher demostra liberdade sexual, fala abertamente sobre o assunto, aí que o homem treme feito doido. “Como assim? Essa mulher é tão confiante! Qual será o meu papel ao lado dela?”

Sim, agora chegou a vez dos homens entenderam quem são estas mulheres, o que elas querem e que não possuem mais paciência para aquele discurso antigo onde o homem era o provedor, o predador e o único que lia jornal pela manhã antes de ir trabalhar.

Sobra conteúdo nessas mulheres, sobra força de vontade, sobra inteligência e desejo de se reinventar a cada minuto. Como lidar com tudo isso em um só corpo? Querido, é preciso força, coragem e compreensão. Porque as antigas mulheres são raridade; é mais fácil ficarmos felizes sozinhas do que suportando um relacionamento apenas para ter alguém.

Não tem mais aquela máxima “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher” O negócio mudou, é andar ao lado. LADO A LADO.

E só para finalizar o meu post, quero muito que escutem uma música que eu amo e resume tudo isso: Miss Independent, Ne-Yo

Beijos
Mah


Postado por Mah às 8:09 na(s) categoria(s) ETC

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Um, dois, três e quatro dobro a perna e dou um salto!

17
jul

Antes de começar gostaria que escutassem comigo esta música: A Bailarina de Lucinha Lins.

Agora vamos lá! Por que esta música? Porque lá atrás, quando eu tinha 8 anos de idade, teve uma apresentação no colégio e esta música tocou. Os alunos foram sorteados em grupos de profissões e eu não caí no grupo das bailarinas, eu dancei representando cantores de sertanejo. Sim, hoje com 28 anos ainda me lembro disso porque marcou demais: EU QUERIA FAZER A COREOGRAFIA DA BAILARINA! Eu fazia ballet no colégio! Frustradíssima. hahahaha

Parei com o ballet logo cedo porque a enxaqueca começou a aparecer. Então, bora deixar de escutar música muito alta; porém esta dança específica não saiu da minha cabeça em nenhum momento da vida. Vivo tentando me alongar o máximo que posso, quando tenho que pular de algum lugar tento cair no chão sem fazer barulho, e óbvio que alguns passos ficam na mente.

Vida passa, faculdade, idade adulta, trabalho, passa o tempo, saúde, melhor fazer alguma atividade física né? “Maraisa, vamos para a academia?” NÃO! Aquele clima, pré treino, esteira, equipamentos, bicicleta…. QUE TORTURA PARA MIM! Aí tento fazer na academia do prédio, mas cadê a vontade? É melhor porque não tem aquele monte de gente, mas ficar parada andando olhando para uma televisão? Por favor não!

Eis que me lembro do que? Sim! Do ballet! Um, dois, três e quadro dobro a perna e dou um salto! Vou dançar ballet de novo mas aceitam adultos? Uma amiga me fala do Anacã mas as unidades eram bem longe de casa; só de pensar em sair ficar um tempo no trânsito para dançar e voltar me dá preguiça (Confesso! Tenho ume preguiça tremenda de sair da minha aconchegante casa). O que acontece Brasil? Anacã abre unidade no Morumbi, posso ir andando! AAAAAHHH QUE FELICIDADE! Lá vamos nós com quase 30 fazer ballet para iniciantes com esta cara de alegria:

Sabe quando você vai para um lugar com prazer? Não quer perder uma aula? Quando você sai feito louca comprando collants de todos os modelos possíveis para ser a bailarina mais plena que puder? Essa sou eu agora. Uma felicidade estampada do rosto de quem conseguiu encontrar a atividade física que te traz motivação, que te desafia e te faz querer ser sempre melhor.

Isis é uma professora que te puxa em todos os sentidos: puxa pra cima, puxa para os lados, puxa a perna, puxa a coxa puxa o pé e puxa a aula. hahahaha Mas eu não poderia aprender com pessoa mais determinada! Ela me faz ficar assim. Claro que saí dolorida das primeiras aulas; entretanto, isso não é nada perto de um passo que você consegue realizar.

Sempre posto sobre minhas aulas no Insta e se quiserem seguir, sintam-se à vontade (@blzinterior). Voltarei aqui para contar como foram os dois primeiros meses, o que mudou em mim e no meu corpo com a dança.

Não sabia, mas dançar te alegra num nível que hoje, sugiro que todo mundo tente um dia. Bora?

Beijos
Mah


Postado por Mah às 16:30 na(s) categoria(s) ETC

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Três negras em capas no mês de junho | Representatividade continua importando

23
jun

Quando eu vi estas capas no Instagram fiquei louca. Louca num grau “TENHO QUE COMPRAR AS TRÊS REVISTAS! EU PRECISO DELAS EM CASA!” E olha que sou bem contra falar que alguém PRECISA de algo; mas eu realmente precisava tocar e guardar estas edições. TRÊS revistas em um mesmo mês estampam mulheres negras em suas capas. Vocês conseguem imaginar o que isso significa?

Talvez não. Sei que existem pessoas que não ligam, que podem achar exagero a minha felicidade exacerbada, o meu post para falar do assunto. Entretanto, para quem passou a adolescência e boa parte da vida adulta SEM SE VER REPRESENTADA em capas, isso sim é um avanço absurdo. É felicidade, é lavar a alma, é perceber que vale a pena bater nesta tecla e falar aos quatro ventos que está errado em diversos níveis não colocar negros em campanhas, propagandas, capas…..

Em algum momento eu já escrevi que minha mãe sempre assinou a revista Claudia (quando digo sempre é algo de aaaaaanos), e eu conto nos dedos de uma mão quantas vezes uma mulher negra esteve na capa. Sim, por mais de quinze anos eu posso contar quantas mulheres negras estamparam a capa da Claudia. A maioria da população no Brasil é negra, cadê o sentido nisso? Cadê eu me enxergar em capas, em propagandas, em toda e qualquer posição? Eu POSSO chegar em qualquer lugar que desejar, por que não querem me mostrar isso?

Mas este mês comprei revistas que eu não costumo ler: Elle, L’Officiel e Vogue. Comprei por ter mulheres negras, comprei porque revistas com negras na capa vendem menos, já falei sobre isso neste post do Instagram que fiz quando a musa Gaby Amarantos foi capa da Boa Forma. Comprei e comprarei novamente porque isso tem que mudar, porque se nós não fizermos nada para mudar continuará do mesmo jeito.

Já passou do tempo das empresas, editoras, do MUNDO se tocar que negro consome sabia? SIM vejam só! As pessoas negras consomem, ocupam mesmos espaços que as brancas (sim, em minora por conta da nossa história de escravidão, dívida da sociedade, o fato de afastar negros do centro juntando-os nas periferias…), porém a geração que está aqui e agora não quer mais calar. Eu sou uma das pessoas que não tem um pingo de vontade de calar. Sou negra, consumo, quero me ver representada e se não me vejo não compro. Seja uma marca de roupas, uma revista, maquiagem (sim, tem marcas que eu não falo por não ver negras em propaganda), restaurantes, lojas de departamento e por aí vai…

Só para ilustrar: Esses dias vi o comercial de um novo carro. O homem branco dirigia e passava por vários lugares com diversas pessoas e NENHUMA delas era negra. PERAÍ: Negro não é seu público? Negro não pode comprar o seu carro? É isso? “Ai Maraisa você está exagerando!” Não, não estou. Repito que para um país onde MAIS DA METADE DA POPULAÇÃO É NEGRA, o mínimo que se espera é ver esta representatividade em TODOS os ambientes. Mas não…. para a marca lá eu não posso comprar o novo SUV. Okay, não compro.

Eu, Maraisa Fidelis, vivi para ver isso. Vivi para ver três mulheres negras estampando capas em UM MESMO MÊS. Capas de revistas de moda, justo um meio cheio de egos e preconceitos, um meio difícil de trabalhar onde você é facilmente substituível. Vi isso em revistas tipicamente elitistas que sempre colocaram brancas na capa. VINTE E OITO ANOS para ver na banca uma ao lado da outra e quase chorar de felicidade. É este o mundo em que quero viver! É este o mundo que quero mostrar para meus filhos, é este o mundo que desejo ajudar a construir. REPRESENTATIVIDADE IMPORTA CARAMBA!

Ah! Vale ressaltar que a L’Officiel colocou Nayara Oliveira na capa mas no recheio vi uma foto bem pequena dela e só. Sinceramente, não entendi e não gostei. Já Vogue e Elle sambaram  lindamente com Joan Smalls e a MARAVILHOSA angel da VS Maria Borges respectivamente.

Não sou uma pessoa “das modas” me interesso porém entendo pouco. Mas se as revistas continuarem assim, se eu me vir representada, continuarei comprando, prestigiando e apoiando aquilo que enche meu coração de alegria e outro sentimento que não sei explicar, talvez orgulho, paz, ou aquele suspiro de “finalmente vejo esta luz no fim do túnel”.

Estaremos lá.

Maraisa Fidelis


Postado por Mah às 9:05 na(s) categoria(s) ETC, Moda

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E essa tal perfeição que corrói aos poucos?

30
mai

Olá pessoas lindas, tudo bom? Tenho certeza que já escrevi sobre isso aqui no blog; mas em minhas lives no Insta percebi a necessidade de escrever novamente.

Não sei se é a idade (a gente normalmente evolui com o passar dos anos né?), se estou saturada de muita coisa ou se mudei mesmo minha forma de pensar; entretanto a questão é que eu não consigo aceitar mais qualquer coisa que vejo, que me é “ofertada”. Questiono uma vez, olho duas vezes, penso mil e quinhentas, para depois aceitar ou não aquela informação passada. Sendo bem simplista: meu senso crítico está mais apurado, leio mais, tenho mais referências e a bagagem cultural aumentou. Okay, isto posto vamos para o Instagram.

Sabe, conversando com as mulheres que me seguem vi que elas compartilham da mesma opinião que eu: tem um exagero por aí…muita coisa inalcançável. Muita vida perfeita, muita edição e estilos que não condizem com nem 10% da população brasileira. E isso faz bem para quem?

Eis que me deparo com esta matéria (por favor leiam antes de continuarem o post):

INSTAGRAM É A REDE SOCIAL MAIS NOCIVA À SAÚDE MENTAL

“Sabe aquele baixo astral que dá quando você fica muito tempo nas redes sociais? Não é só com você. Além do tempo perdido, as horas conectado também afetam nossa saúde mental. A coisa funciona como uma droga, afinal: quanto mais tempo você passa diante do celular ou do computador, mais tempo você quer ficar.

A metáfora não é em vão. Redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro – é o que diz a pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem. E, dentre elas, o Instagram foi avaliado como a mais prejudicial à mente dos jovens.[...]“

Vocês entenderam agora o motivo pelo qual escrevo NOVAMENTE sobre esse assunto da vida perfeita? Sobre esse assunto de alegria 24 horas por dia que NÃO EXISTE? Jesus! Que geração sairá disso?

Eu não tinha internet no celular lá em 2002 quando ganhei o meu primeiro. Só fui ter na faculdade e o Instagram ainda não existia, o foco era Facebook. Porém, apenas com ele já tínhamos indícios de posts maravilhosos onde tudo era perfeito como uma novela.

Vem aqui pertinho de mim: ONDE ISSO É REAL? Por favor alguém me diga porque eu não entendo mais nada!

Veio o Instagram… Achei legal pra caramba postar fotnhenhas aleatórias da vida e de coisas bestas, MAS NÃO! Oh wait! As fotos não podem ser tão bestas assim e se bobear o seu feed tem que harmonizar com cor tal ou seguir uma ordem x e ter uma ligação para que seus likes aumentem e você tenha um ótimo engajamento e que as empresas te vejam e olhem como sua vida é linda com fotos maravilhosas cheia de alegria. Sim, escrevi tudo sem vírgula porque é desta forma que vejo.

Aí eu me deparo com uma matéria dessas, que com certeza muitas pessoas já tinham noção, e digo novamente: O QUE SERÁ DESTA GERAÇÃO? A questão não se trata de inveja (vai que algumas pessoas joguem essa desculpa não é mesmo?), o negócio está mais embaixo. Como falei no início, nem 10% da população brasileira tem essa vida (e ainda fui legal falando 10% viu?) As pessoas começam a ver e se comparar, pensar que nunca serão boas o suficiente, pensar que a vida delas é uma merda, que elas são fracas, não são bonitas, não possuem coisas o bastante e que tudo que vivem é um horror.

O corpo não é fitness, não tem os dez batons novos da marca x, o perfume mais falado do momento não consegue comprar, não é blogueira, não fez a famosa viagem para Orlando e ficou em uma casa parceira, não tem uma parede branca cheia de quadros em casa,  não tem publi da alegria ou do amor para postar, não recebe roupas ou produtos como “mimos”, não tem uma vida 24h interessante para mostrar no stories. PUTA MERDA SOU UM FRACASSO!

Não! Você não é! Pelo amor de Deus não pense uma coisa dessas. Eu mesma já pensei isso, e o que fiz? Deixei de seguir um monte de perfis que não me acrescentavam em nada. Eu, Maraisa, não quero ver gritaria, não quero alegria 24h por dia, não quero ser fitness, não tô afim de ver coisas que, por hora, não condizem com minha realidade. Então selecionei e sigo o que me alegra.

Tem perfis com fotos lindas e mensagens maravilhosas, tem perfis com fotos normais e super divertidos, tem perfis completamente reais e que o povo nem dá devida atenção por querer focar no “belo”. Aliás, como a Diana Garbin diz, a INDÚSTRIA DO BELO está nos deixando cada vez mais paranóicos (depois faço um post sobre isso que nos faz reféns; mas por hora assistam o vídeo assim que terminarem o post porque é muito interessante para pensarmos). Que tal parar, olhar no espelho e ver o que você realmente quer para você? O que você quer sentir e ser daqui alguns anos? Como estas redes tem influenciado sua vida? Se a resposta não for nada positiva, vale repensar e filtrar tudo isso.

Daqui a pouco tem outra rede social, e mais outra e mais outra e a nossa vida REAL? Fora desta internet? Tá saudável? Estamos bem? Pra mim é isso que tem importado! Felicidade DE VERDADE.

Por gentileza, bora buscar uma verdade que não aparece nas redes e que só nós sabemos dela. Nem tudo que é postado é real, nem tudo que é compartilhado precisamos para nossa vida, aquela roupa não é “must have” coisa nenhuma, não precisamos de TUDO para sermos no final uma cópia de quem nem sabemos.

Beijos
Maraisa Fidelis

 


Postado por Mah às 13:16 na(s) categoria(s) ETC

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24 Horas sem Reclamar

15
abr

Começo falando que isso não é uma tarefa fácil para mim. Juro, reclamo de quase tudo mesmo que mentalmente. Mas aí você me fala “Maraisa, então pra que você inventou de ficar um dia inteiro sem reclamar?” Explico!

Estava conversando com minha amiga Rita sobre a vida. Sim, sou dessas! Tem dias que resolvo refletir sobre a vida e questionar algumas atitudes que tomo perante os problemas. Nisso percebi que minhas reclamações, em sua maioria, não adiantavam de nada! Sabe, não eram palavras que mudariam o curso dos acontecimentos ou mesmo a atitude de alguém, eu proferia apenas para reclamar mesmo.

Aí Rita disse: “Mara, eu fiz um teste que achei bem legal! Ficar um dia inteiro se reclamar de nada; acho que você deveria tentar! Sei lá, a gente desliza, se segura mil vezes mas depois percebe que reclamar é um vício.”

PRONTO! Lá vou eu passar essas 24h sem reclamar e ainda chamei toda a Família Fidelis AND Baby para participar comigo.

A experiência foi bem engraçada! Porque nós decidimos o que configuraria reclamação e qual a punição para quem deslizasse mais. O resultado? Passamos a pensar MIL VEZES antes de falar e perceber se REALMENTE era necessário fazer aquele comentário/reclamação. A situação era tão ruim assim que precisávamos reclamar? Qual o real fundamento daquela reclamação jogada ao vento?

Além disso, eu acredito muito no poder das palavras, na energia que elas carregam e que depositamos nelas. Quanto mais coisas boas você emana, mais coisas boas você atrai. Quanto mais coisas ruins você emana, mais coisas ruins você atrai; e percebi CLARAMENTE que o dia passou mais leve. Sim, eu deslizei em alguns momentos, mas achei BEM divertido!

Um fato interessante que preciso mencionar: as pessoas não acreditam que você conseguirá. Tá, a gente não precisa da aprovação de ninguém, ainda mais para mudar de atitude durante um dia. Mas foi incrível o número de comentários negativos que recebi! Assim “Você não conseguirá!” “Nossa, duvido!” “Quero ver se dura uma hora assim” “A MARAISA? Noossa, NUNCA!”. Analisando isso percebo que a gente não deposita ou apóia uma mudança para melhor no outro e prefere colocar empecilhos no desafio proposto. Por que será que temos esta mania de achar os defeitos em algo ao invés de incentivar e comemorar?

Na minha cabeça parece que estamos condicionados a ver o copo meio vazio SEMPRE. Por que isso? Por que ver o lado negativo ao invés de tentar e se divertir por pelo menos 24 horas? Queria entender o motivo que nos fez agir desta maneira.

Só sei que depois deste dia eu passei a prestar mais atenção nas minhas falas. Sim, uma vez ou outra sai reclamação, mas já me propus a reclamar menos do que antes; a olhar o lado bom das situações em que estou inserida; a pensar que amanhã o dia será melhor. Não, não virei uma pessoa zen porque sou atacada e bem longe disso. HAHAHHAHAHAH Mas prefiro proferir palavras positivas que agregam em minha vida do que reclamações vazias e sem fundamento.

Vamos tentar? Chama mais alguém para ser divertido e depois extende para uma semana, um mês… O resultado é bem surpreendente! Depois voltem aqui para me contar tá?

Beijos
Mah


Postado por Mah às 11:06 na(s) categoria(s) ETC

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