Comprei este livro porque estava baratinho, uns R$12,90, e porque gostei do nome. Tá, eu li a descrição e achei interessante, mas o preço foi o que mais me atraiu. hahaha

Não tem nem 200 páginas, dá para ler em um final de semana tranquilamente. Comecei a ler e achei super legal porque cada capítulo mostra a visão de um dos personagens. Uma hora quem fala é a mulher e outra hora o homem.
“Uma jovem mulher, amante dos livros, e um rapaz do interior se esbarram repetidamente no cemitério. Um local completamente inusitado para um encontro. Certo dia, um sorriso nasce nos lábios dos dois e eles ficam deslumbrados um pelo outro. É o início de uma paixão irrefreável. Com um romantismo agitado e um humor revelador, este livro combina o choque de culturas com uma história de amor terno e desenfreado.”
No começo eu achei super fofo, engraçado e fiquei interessada para saber logo o final do romance. Mas no meio do livro eu já estava cansada da história dos dois que não vai pra lá nem pra cá. Eles começaram a me irritar e eu lia achando tudo aquilo muito absurdo. Ele é um solteirão chucro do campo que perdeu os pais, ela é bibliotecária da cidade e perdeu o marido recentemente, por isso se conheceram no cemitério.
É interessante eles se conhecendo no cemitério e a paquera toda. Quando começam a sair é super fofo porque um é mais sem jeito do que o outro, mas depois o treco perde o rumo e aparecem outros personagens que não tem nada com nada. Um exemplo? A mulher que trabalha com a protagonista na biblioteca e tem em casa arquivos sobre a vida de todas as pessoas que ela conhece. Sim, com fotos, reportagens e um monte de coisa escrita. Oi? Tipo, não fez sentido algum esta mulher com isso no meio deste livro! Que doente!
O final é o que me deixou mais irritada. Eu podia esperar qualquer coisa, mas isso foi tão sem graça, tão besta que eu não indico este livro para ninguém. Para mim é perder tempo. Ainda bem que ele foi baratinho.
Beijos
Mah


























